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O perfume das tulipas

Segunda Guerra, suspense, resistência, vitória, Ditadura, holocausto, genocídio, campos de concentração, violência, frieza, Segunda Guerra Mundial.

 

Numa trama ágil, narrada com sensibilidade e apuro histórico, personagens reais e fictícios convivem em momentos de medo e suspense. Mas, em meio aos dramas da guerra, há espaço para o amor e para as tulipas florescerem. Essas flores, que não têm perfume, acompanham a vida da família nos momentos bons e nos ruins. Significam amor, união, paz, apoio e também resistência, luta e vitória. “Um dia todos sentirão o perfume das tulipas”, dizia Zacharias van Hart.

 

Com um desfecho totalmente imprevisível, é uma narrativa que prende o leitor do início ao fim.

 

Assista ao book tailer:

 
Auschwitz, prisioneiro/sobrevivente 186650

Em maio de 1944 Francisco e seus pais são levados para Auschwitz no primeiro trem de judeus húngaros. Aos quinze anos, Francisco passa a viver todo o drama de um campo de concentração. Libertado pelos norte-americanos no fim da guerra, retorna ao Uruguai para refazer a vida e finalmente se muda para São Paulo em 1971. O número 186650, tatuado no antebraço esquerdo e quase apagado pelo tempo, ainda é um sinal de sua vitória.

 

Neste livro, Francisco Balkanyi e Maura Palumbo relatam as dolorosas situações que ele vivenciou no maior Campo de extermínio humano e que devem ser um alerta para que as futuras gerações não se deixem levar por doutrinas que conduzam ao fanatismo.

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